Vale o Escrito, 2ª temporada: Tudo sobre a sequência

Desde o seu lançamento no Globoplay, a série documental “Vale o Escrito – A Guerra do Jogo do Bicho” tem se destacado como um dos títulos mais assistidos em 2023. Agora, com a confirmação da segunda temporada para 2025, os fãs podem esperar mais ação, drama e reviravoltas dignas de ficção.

A primeira temporada, supervisionada por Pedro Bial e criada por Fellipe Awi, revelou os bastidores do intrincado mundo das famílias que controlam o jogo do bicho no Rio de Janeiro. Com sete episódios envolventes, conhecemos a velha cúpula de bicheiros. Além disso, vemos os pontos controlados na cidade, as escolas de samba apadrinhadas e os novos nomes emergentes na contravenção.

Expansão do Universo “Vale o Escrito”

A série ganhou destaque na CCXP, o maior evento de cultura pop do mundo. Em suma, a série teve um painel que ofereceu insights sobre o que está por vir na próxima temporada. Além disso, um podcast lançado recentemente, disponível no Globoplay e em plataformas de áudio, apresenta trechos inéditos da série. E revela os bastidores e oferecendo novos relatos de figuras proeminentes do submundo do jogo do bicho.

Negociações Sigilosas e Universo Violento: Desafios da Produção

A segunda temporada, já confirmada, enfrentará desafios ainda maiores. A narrativa, que envolve dramas familiares, milícias e episódios sangrentos de vingança, dependerá de figuras que emergem de um universo violento. Os sete episódios da primeira temporada só foram possíveis após negociações sigilosas que duraram um ano.

A continuação da série promete contar a história de personagens recorrentes, como Marcos Falcon, ex-presidente da escola de samba Portela, e Luizinho Drumond, dirigente da escola Imperatriz Leopoldinense. Suas vidas marcadas por tragédias, mortes e envolvimento com o jogo do bicho trarão uma nova dimensão ao enredo, explorando os caminhos sombrios do submundo carioca.

“Vale o Escrito” destaca a singularidade da máfia carioca, revelando como as famílias que controlam o jogo do bicho também se tornaram patronos de escolas de samba. Esse lado empresarial dos bicheiros contribui para a criação de um capital social nas comunidades do Rio de Janeiro, ainda que a contravenção penal e a violência caminhem lado a lado.

Gostou do nosso conteúdo? Acompanhe-nos no Google News e não perca nenhuma notícia.