The Walking Dead: Por que o fim da série foi a melhor coisa que ocorreu com a franquia?

A temporada final de “The Walking Dead” foi concluída em 2022, mas esse definitivamente não foi o fim da franquia. De fato, o cancelamento da série principal salvou a saga, permitindo novas oportunidades de expansão e reinvenção. Vamos ver como.

Após sua estreia em 2010, “The Walking Dead” tornou-se um marco tanto no gênero zumbi quanto na televisão em horário nobre. Em poucos anos, a série se tornou o carro-chefe da AMC, acumulando diversas indicações e prêmios ao longo do tempo.

Curiosamente, o término de “The Walking Dead” tornou-se sua maior força. Vamos entender por quê.

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O Futuro de The Walking Dead

Um aspecto que evidenciou o sucesso de “The Walking Dead” foram todas as suas séries derivadas. A forte audiência e a base de fãs leais permitiram a criação de outras séries. Em 2015, “Fear the Walking Dead” tornou-se o primeiro spin-off, e foi bem aceito a ponto de garantir oito temporadas.

Cinco anos depois, “World Beyond” estreou, explorando as origens do vírus de “The Walking Dead”. Agora, vários personagens favoritos dos fãs ganharam suas próprias séries, expandindo ainda mais os limites desse universo. Contudo, “The Walking Dead” ajudou essas séries de mais de uma maneira.

O Novo Começo das Séries Derivadas

Embora a simples existência de “The Walking Dead” tenha aberto portas para outras séries derivadas, o cancelamento da série principal também permitiu um novo começo. Este cenário é perfeitamente exemplificado por recentes comentários do ator Norman Reedus, que interpreta Daryl Dixon.

Ao discutir o futuro de Daryl em “The Walking Dead: Daryl Dixon”, Reedus revelou que poderia continuar interpretando Daryl por mais seis ou sete anos. Este é um longo período para Reedus permanecer no mundo de “The Walking Dead”, algo que provavelmente não seria possível sem o fim da série principal.

Explorações e Novas Histórias

O motivo pelo qual Norman Reedus vê um futuro distante para Daryl Dixon é porque seu spin-off, e outros como “Dead City” e “The Ones Who Live”, substituíram “The Walking Dead”. Se a série principal não tivesse terminado, personagens como Daryl e Maggie ainda estariam seguindo com a série original. Eles não teriam tido a chance de explorar novas histórias em Nova York e na França.

Essas explorações em diferentes cantos do mundo de “The Walking Dead” permitiram que a franquia se mantivesse fresca e interessante. Em certo ponto, a história original estava sobrecarregando a franquia, e a diversificação dos enredos trouxe uma nova vida ao universo zumbi.

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