“Ripley”: História Real Por Trás da Série da Netflix

A recente minissérie Ripley da Netflix reacendeu o fascínio do público pelo enigmático Tom Ripley, um sociopata charmoso que se infiltra no mundo dos ricos e poderosos. Mas será que a história se baseia em fatos reais, ou é apenas fruto da imaginação de uma escritora talentosa?

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Inspiração para “Ripley”: Livro ou vida real?

Andrew Scott estrela como Tom Ripley, um vigarista que busca uma vida de riqueza e privilégios. Movido por uma fixação doentia, ele se apropria da identidade de outras pessoas. Essa não é a primeira vez que a história de Ripley chega às telas – em 1999, o filme “O Talentoso Sr. Ripley” fez sucesso com Matt Damon, Jude Law, Gwyneth Paltrow, entre outros astros.

Tanto a minissérie “Ripley” quanto suas adaptações anteriores se baseiam no romance de 1955 “O Talentoso Sr. Ripley“, de Patricia Highsmith. O livro foi o primeiro de uma série de cinco volumes, conhecidos como “Ripliad”, publicados entre 1955 e 1991.

A obra de Highsmith é sombria e complexa. A minissérie da Netflix segue de perto o primeiro livro. Nele, Tom Ripley é contratado para convencer o filho de um magnata a voltar para casa após um longo período vivendo na Itália. No entanto, ao conhecer Dickie Greenleaf (Johnny Flynn) e seu estilo de vida luxuoso, Tom desenvolve uma obsessão perigosa.

Interpretação moderna do personagem e a Fascinação pela obra de Highsmith

Andrew Scott busca explorar a ambiguidade do personagem e como sua obsessão pode ser interpretada em um contexto moderno. Highsmith nunca afirmou se a história teve alguma inspiração em casos reais e, felizmente, não há registro de criminosos como Tom Ripley no mundo real.

A popularidade de “O Talentoso Sr. Ripley” resultou em diversas adaptações, incluindo filmes e séries. O segundo livro, “Ripley Under Ground“, também recebeu adaptação para o cinema em 2005. O sucesso continuado das histórias de Ripley demonstra a capacidade de Patricia Highsmith em criar personagens perturbadores, ainda que fictícios, e tramas que mantêm o público em suspense.

Apesar das nuances sombrias, “Ripley” é uma obra de ficção. Patricia Highsmith foi uma escritora talentosa que criou um universo próprio cativante e complexo. Felizmente, as maquinações de Tom Ripley existem apenas nas páginas de livros e em telas de cinema e TV.

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