Griselda: História Real Por Trás da Série da Netflix

A minissérie “Griselda“, lançada recentemente na Netflix, mergulha nas profundezas do submundo do tráfico de drogas latino-americano, trazendo à vida a fascinante história de Griselda Blanco, conhecida como a “Madrinha” e a “Viúva Negra” do crime. Com seis episódios liderados por Sofía Vergara, a produção promete uma imersão intensa na vida tumultuada da infame traficante colombiana. No entanto, fica a questão: quão fiel é a série à realidade?

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Griselda Blanco: A Mulher Por Trás do Mito

A série, inspirada na vida de Griselda Blanco, conhecida como a “Cocaine Godmother” e temida como uma das traficantes mais poderosas, promete explorar sua ascensão meteórica e sua queda trágica. Nascida em 1943 em Cartagena, Colômbia, Blanco teve uma infância marcada pela pobreza e pelo crime. Desde jovem, ela mostrou sinais de uma vida fora da lei, envolvendo-se em um sequestro aos 11 anos.

A Série e sua Representação Dramatizada

A produção, liderada por Sofía Vergara e criada pela mesma equipe de “Narcos” e “Narcos: Mexico”, promete capturar a essência da vida de Blanco. No entanto, como toda dramatização, a série certamente toma liberdades criativas para aprimorar a narrativa e entreter o público. A própria Vergara destacou a complexidade da personagem, afirmando que não buscaram romantizar ou retratar Blanco como uma heroína.

No entanto, ao explorar os episódios, os espectadores devem estar cientes de que a série, embora baseada em eventos reais, é uma narrativa ficcionalizada. A escolha de destacar momentos específicos da vida de Blanco, como sua mudança para Miami e sua brutalidade implacável, sugere uma abordagem cinematográfica para manter o público cativado.

A Vida e Morte de Griselda Blanco

Na realidade, Griselda Blanco acumulou uma fortuna considerável, sendo uma das traficantes mais ricas da história. Ao distribuir mais de 660 libras de cocaína por mês durante os anos 1980, ela se envolveu em guerras de drogas no sul da Flórida. Além disso, há mais de 200 acusações de assassinatos em suas costas.

Em 1986, sua ascensão ao poder foi interrompida quando foi presa na Califórnia. E assim, ela cumpriu pena por conspiração para fabricar, importar e distribuir cocaína, além de se declarar culpada por três assassinatos. Em 2004, ela saiu da cadeia, retornou à Colômbia, onde foi assassinada em 2012. E assim, encerrou-se um capítulo tumultuado da história do narcotráfico.

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