Estreia no cinema: Paulo Miklos é um roqueiro perseguido em O Homem Cordial

Nesta quinta-feira (11), ocorreu a estreia de O Homem Cordial nos cinemas. Em suma, o filme começa com Aurélio (Paulo Miklos) se apresentando em um palco quando objetos começam a ser arremessados em sua direção. As pessoas estão vaiando e exigindo que ele saia dali, devido a um vídeo que começou a circular, mostrando o roqueiro envolvido em uma confusão, ajudando um bandido a escapar da polícia. A partir dessa pequena pergunta, o filme se desenrola em assuntos atuais e polêmicos, desafiando o público a se posicionar sobre a situação de Aurélio e o que realmente aconteceu naquela noite em São Paulo.

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Ficha Técnica de O Homem Cordial

  • Direção: Iberê Carvalho
  • Roteiro: Pablo Stoll Ward e Iberê Carvalho
  • Produtor: Iberê Carvalho, Maíra Carvalho, Rodrigo Sarti Werthein e Rune Tavares
  • Produtor Executivo: Camila Ciolin e Rune Tavares, Rodrigo Sarti Werthein
  • Distribuição: O2 Play

Sinopse de O Homem Cordial

Dirigido por Iberê Carvalho, O Homem Cordial é um suspense brasileiro que conta a história de Aurélio Sá, vocalista de uma banda de punk rock que é perseguido por estar supostamente envolvido na morte de um policial. Apesar de negar qualquer envolvimento, Aurélio é constantemente ameaçado. Em meio a uma fuga de manifestantes, ele conhece a jornalista Helena, que busca sua ajuda para encontrar Mateus, um garoto desaparecido desde a confusão.

Elenco

  • Paulo Miklos é Aurélio
  • Dandara de Morais é Helena
  • Thaíde é Béstia
  • Thalles Cabral é Rudah
  • André Deca é Sebastião Silva
  • Bruno Torres é Carlão
  • Theo Werneck é Nico
  • Felipe Kenji é Mateus
  • Fernanda Rocha é Nilda
  • Murilo Grossi é Sargento
  • Tamirys O’Hanna é Marina
  • Mauro Schames é César
  • Luiz Felipe Lucas é Policia Militar Garcia
  • Thaia Perez é Gorete
  • Roberta Estrela D’Alva é Maria
  • Bidô Galvão é Joana
  • André Franco é Policial Militar Fraga
  • Fernando de Paula é Fã no restaurante

Sobre a Trama

Durante 85 minutos, o diretor Iberê Carvalho conduz a trama, levantando questões sobre a cultura do cancelamento e a rapidez com que as redes sociais julgam e condenam a partir de fragmentos da realidade. Paulo Miklos, que interpreta o protagonista, comenta que, embora nunca tenha sido cancelado, conhece bem as experiências de Aurélio, como figura pública.

Ele destaca a importância da arte em discutir assuntos como fake news, linchamento virtual e a realidade violenta do Brasil. Além disso, o filme aborda a questão da violência policial, do racismo e do linchamento real, quando Aurélio busca respostas na periferia ao falar com a família de um menino acusado de ser bandido.

A última cena da produção revela a verdadeira história daquela noite, deixando um impacto forte no espectador e despertando a necessidade de discutir a normalidade da violência. São Paulo é o cenário para toda essa trama, gravado apenas à noite durante cinco semanas, o que permitiu que Paulo Miklos visse a cidade por outro ângulo e percebesse a crise humanitária que vive.

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